A variedade de paisagens, repletas de morros e quedas d’água, tornam a Chapada um lugar instigante para os bikers, destacando-a no contexto do mountain bike. Com trilhas single track repletas de subidas e descidas, é preciso muito treino e disposição por parte do esportista para percorrer a Chapada em duas rodas.

Nas agências de turismo é possível escolher roteiros que duram de um a sete dias, passando tanto pelos cartões postais da Chapada, como a Cachoeira da Fumaça e o Morro do Pai Inácio, como por locais mais remotos. Para aqueles que gostam de bike, mas pedalam de forma despretensiosa, existem algumas opções de roteiros de nível leve a moderado e algumas agências que alugam equipamento. Porém o forte da região são os passeios de nível avançado, direcionados para pessoas com mais experiência.

Ciclista consciente
O plano de manejo do Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD) não faz menção ao uso de bicicletas em diversos trechos, como nas trilhas Igatu-Andaraí, Capão-Pai Inácio e nos acessos ao Vale do Pati. O uso de bikes nessas áreas ainda precisa de regulamentação e deve ser feito com todo o cuidado possível, a fim de evitar intervenções no ambiente natural e social do Parque. Lembre-se: abrir novas trilhas é expressamente proibido! Respeite a tranquilidade dos moradores locais e tenha cuidado com limites de velocidade.

Dica
Procure uma agência especializada para realizar este tipo de atividade. É recomendado ter experiência no esporte, bom condicionamento físico e ter mais de 14 anos.

 


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