Tipos de Turismo

Turismo de Aventura

Modalidades

Destino certo para treino, recreação ou competição, a região possui diversos atrativos para a realização de exercícios físicos e sensoriais únicos e que levam os praticantes a despertar sentidos, como liberdade, prazer e superação. Caminhada, canoagem, escalada, flutuação, rapel, mountain bike, tirolesa, trekkings, stand up ou voo livre são atividades do turismo de aventura desenvolvido localmente. Conheça as principais opções oferecidas e prepare as emoções para mergulhar em um universo repleto de adrenalina!

Corrida de Montanha 

A adrenalina das corridas de montanha na Chapada Diamantina atrai esportistas que buscam correr dezenas de quilômetros por calçamentos irregulares entre picos e vales com visuais deslumbrantes, passando por rios, cascatas, matas intocadas e cidades históricas. Os desafios atendem a diversas categorias, como iniciantes, intermediários, profissionais, juvenil e terceira idade. O evento Ultra Trail Chapada Diamantina é realizado anualmente em Mucugê.

Caminhada e Trekking

A Chapada Diamantina possui 300km de trilha, o que lhe confere o título de Parque Nacional com a maior malha de trilhas do Brasil. Em geral, os caminhos foram abertos pelos antigos garimpeiros e hoje são mantidos pelos guias de turismo. O Vale do Pati, no interior do Parque Nacional, as regiões de Itaetê, Piatã e Rio de Contas se destacam, sendo considerados por muitos viajantes os mais belos e desafiadores trekkings do país. 

Escalada 

Os paredões de rocha fazem da região um oásis para a escalada e atraem praticantes de vários cantos do mundo. Os estilos, conhecidos como tradicional, esportivo e boulder, podem ser realizados em lugares sombreados e de fácil acesso, ao lado de rios e cachoeiras. As associações de condutores e agências de turismo oferecem guias especializados e equipamentos para a prática segura. Além disso, o Parque Nacional possui um guia de escalada no seu plano de manejo. 

Rapel

A região oferece várias opções do esporte para quem tem pouca ou nenhuma experiência. Os locais mais procurados são a Gruta do Lapão, em Lençóis, com 45 m de descida na boca da maior caverna de quartzito do Brasil, Poço do Diabo e a impressionante Cachoeira do Buracão, com 100m de descida. 

Tirolesa

A tirolesa na água pode ser feita no Rio Pratinha, no Poço do Diabo, na Fazenda Vaccaro, dentre outros locais. É umaótima opção para quem gosta de adrenalina sem muito esforço físico. 

Flutuação

Nadar em águas cristalinas é uma ótima opção de passeio. Com pouco esforço físico, é possível realizar esta atividade na Pratinha e no Poço Azul; dois cenários espetaculares e de fácil acesso. Nos dois atrativos, são oferecidos os equipamentos necessários, como máscara, colete e pé de pato. 

Voo Livre

Considerada referência nacional no âmbito do voo livre, a Bahia tem atraído a atenção de profissionais e amadores. A cidade de Jacobina, na Chapada Norte, possui uma rampa para decolagem e é considerada um reduto para a atividade. A cidade sedia o “Jacobina Open de Voo Livre”, que reúne competidores de todo o Brasil e de outros países. Outro ponto que se destaca é a rampa natural da cidade de Ruy Barbosa, na Serra do Orobó. 

Paramotor

No distrito de Itaitu, conhecido como Parque das Cachoeiras no roteiro turístico da Chapada Norte, a modalidade de voo livre intitulada paramotor (parapente com motor) é bastante praticada. A beleza cênica do lugar, rodeado por serras e cachoeiras, atrai os visitantes e ainda possibilita a prática de outros esportes, como rapel e escalada. 

Mountain Bike

A variedade de paisagens, repletas de morros e quedas d’água, torna a Chapada um lugar instigante para os bikers, destacando-a no contexto do mountain bike. Com trilhas single track repletas de subidas e descidas, é preciso nível avançado de treino por parte do esportista para percorrer a região em duas rodas. 

Ciclista consciente

O plano de manejo do Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD) não faz menção ao uso de bicicletas em diversos trechos, como nas trilhas Igatu-Andaraí, Capão-Pai Inácio e nos acessos ao Vale do Pati. O uso de bikes nessas áreas ainda precisa de regulamentação e deve ser feito com todo o cuidado possível, a fim de evitar intervenções no ambiente natural e social da Unidade de Conservação. Abrir novas trilhas é expressamente proibido! Respeite a tranquilidade dos moradores locais e tenha cuidado com limites de velocidade.


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