A prova de que a região foi habitada há alguns milhares de anos pelos nossos antepassados está nas dezenas de sítios arqueológicos encontrados pela região. De norte a sul na Chapada, é possível encontrar traços de desenhos rupestres que encantam estudiosos, admiradores e até os leigos no assunto.

Sítios Arqueológicos

 

Lençóis

O Complexo Arqueológico Serra das Paridas é destaque em Lençóis. Descoberto por catadores de mangaba após um incêndio florestal em 2005, o local dispõe de quatro áreas para visitação, sendo considerado pelos especialistas um verdadeiro mostruário de estilos pictóricos.

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Palmeiras

Aqui estão as Pinturas Rupestres da Serra Negra e o sítio arqueológico do Matão, uma área bastante verde, acidentada e com formações rochosas em toda a sua extensão.

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Morro do Chapéu

Com mais de 200 sítios arqueológicos, a cidade de Morro do Chapéu, na Chapada Norte, é um dos municípios envolvidos no Programa de Pesquisa e Manejo de Sítios de Arte Rupestre “Circuitos Arqueológicos da Chapada Diamantina”, uma parceria do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Com território diferenciado e único, Morro do Chapéu apresenta um verdadeiro mosaico de pinturas, com formas geométricas e abstratas. Em Jacobina, conhecida como a “Cidade do Ouro”, também é possível viajar por esta arte milenar.

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Ibicoara

Na Chapada Sul, na comunidade da Raposa, próximo a Ibicoara, existe um sítio impressionante de pinturas rupestres com um painel deslumbrante. A visitação ainda não está totalmente regulamentada, por isso é importante conhecer o lugar acompanhado por um condutor da comunidade do Baixão, por onde começa a trilha.

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Além desses municípios, é possível conhecer sítios arqueológicos em Iraquara, Mucugê, Seabra e Rio de Contas. Mais informações em www.bahiarqueologica.com.

Uma arte milenar

“A arte rupestre é a denominação genérica dada aos desenhos elaborados na superfície das rochas pelas técnicas de pintura e gravura. Esse tipo de manifestação gráfica, presente nos cinco continentes, tem suas origens há mais de 30 mil anos”, declara o museólogo Naum Bandeira, responsável pelo projeto Pinturas Rupestres da Serra Negra, que reúne visitações guiadas, palestras e
exibição de vídeos no município de Palmeiras. A história nos conta que, antes de os portugueses chegarem por aqui, o Brasil já era habitado por grupos nômades, caçadores e pescadores. Segundo Naum, para a pintura dos painéis, o principal instrumento eram os próprios dedos. “A tinta vinha de pigmentos naturais, com destaque para produtos de origem mineral, como argilas”, declara.

Para interpretar esta arte milenar, não existe regra: o significado varia muito, a depender do grupo social. “O certo é que nessas manifestações existe o impulso de produzir elementos estéticos e o desejo de expressão de um pensamento ou sentimento. Por isso podemos dizer que se trata de arte”, pontua o museólogo.

Preservação

Ao visitar um sítio arqueológico, colabore com a preservação do local: jamais risque ou piche as rochas, não faça fogueiras próximo aos desenhos e nunca toque nas pinturas ou gravuras.

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